Distopias – será que estamos mergulhados em uma?

Desde o ano passado escrevo aqui no blog da Universidade Livre Pampédia uma série de textos sobre Utopias. A ideia é apresentar possíveis soluções para os problemas que enfrentamos hoje, sejam essas soluções inéditas, ou ainda não testadas numa escala maior, ou ainda ideias óbvias que sofrem boicotes e resistências devido a interesses diversos de… Ler mais

BOKEH: a difícil arte de recomeçar e os sentidos do existir

Nesse filme de 2017, dirigido por Geoffrey Orthwein e Andrew Sullivan, um jovem casal estadunidense, Riley e Jenai, faz sua primeira viagem ao exterior, para a Islândia. Após um dia de visitas a pontos turísticos, Jenai vê, da janela do quarto do hotel, durante à noite, um clarão no céu, parecido com o fenômeno da… Ler mais

Pensar o mundo com a Universidade Livre Pampédia – você está convidado!

Pensar o mundo, a sociedade, os valores, a existência e a vida… Não em forma de discursos banais de autoajuda. Conhecer mais o ser humano, desvendando seu psiquismo… Não em testes de internet. Praticar o conhecimento de forma interdisciplinar, encontrando pessoas para vivências significativas – esses os propósitos desse ano de 2018 na Universidade Livre… Ler mais

Utopias – e se todos fossemos matemáticos?

Já falei aqui sobre como os testes de nível de proficiência na Educação (como o PISA, a Provinha Brasil, o ENADE e o próprio Vestibular), deixam de medir o conhecimento dos alunos e passam a determinar o curriculum e a forma como o aluno e a escola vão se organizar para atingir uma determinada posição… Ler mais

Simplicidade voluntária: devaneio, possibilidade ou necessidade?

Mas, afinal, de quanto (ou do quê) precisa um homem para ser feliz? Liev Tolstoi, grande expoente da literatura realista, crítico social e moral russo, certa vez escreveu a respeito deste tema, recriando uma narrativa dramática sobre um camponês fictício, chamado Pakhóm. No livro “De quanta terra precisa o homem?”, em determinado momento, o protagonista… Ler mais

O que de fato é o amor – e quais são suas implicações morais, psicológicas, eróticas e políticas

    O amor: “Esse desejo de fusão interpessoal é o impulso mais poderoso que há no homem. É a paixão mais fundamental, é a força que mantém junta a espécie humana, o clã, a família, a sociedade. Não conseguir realizá-la significa loucura ou destruição – autodestruição ou destruição dos outros” (FROMM, 2000, p.23)  … Ler mais

A deformação do amor erótico na contemporaneidade

– A verdade é que nós não queremos namorar. Ninguém aqui quer. – Ok, mas você sempre está com alguém. – Isso é verdade. – Mas não é muito melhor progredir na relação com alguém? Na conversa, no sexo? – Não necessariamente. E, também, pode até ser que a próxima mulher seja pior que a… Ler mais

Sobre William Waack, a conversa sobre futebol e a incapacidade dos homens de amar

Como pode ser explicado que um jornalista, pesquisador, autor de livros, com experiência internacional, possa exprimir o racismo num nível de elaboração de um senhor de engenho do século XVIII? Uma conversa entre homens que revela a estrutura frágil do mundo masculino. Nem a rara oportunidade educacional de ter sido aluno da conhecida experiência alternativa… Ler mais

Karoshi – morte por excesso de trabalho

“Não são cadáveres! São trabalhadores dormindo nas ruas de Tóquio depois de um longo dia de trabalho” É com essa frase e com imagens de homens deitados no chão das ruas e estações de metro de Tóquio que a cineasta e documentarista Allegra Pacheco nos fala sobre o fenômeno do KAROSHI – morte por excesso… Ler mais